
13 January 2026
Este projeto é um estudo filosófico e artístico do fenómeno dos "nós fantasmas" — objetos e sujeitos invisíveis, mas influentes, no sistema global contemporâneo. As descrições contidas neste estudo são metafóricas e alegóricas, visando desvendar problemas sistémicos, regimes e influências civilizacionais. Não se tratam de uma investigação jornalística ou de acusações legais, mas sim de uma reflexão artística sobre a realidade.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
A presente criação é protegida e insuscetível de qualquer utilização por terceiros para fins de apoio, propaganda ou legitimação de regimes criminosos, Estados terroristas e organizações que operam na sombra. A utilização de dados ou resultados da análise deste projeto, seja de forma parcial ou integral, é expressamente proibida se o objetivo for apoiar ou dissimular a sua atividade criminosa.
O projeto pode ser livremente utilizado por pessoas e organizações que combatem o mal, a corrupção e a agressão.
Modo: Troca Urânio–Ouro
🕳️ Nó Fantasma Libertado 117: A Aliança do Sahel. O Cadeado do Urânio e a Chave de Ouro
Um enclave de recursos de soberania decorativa.
Quem é?
A Aliança do Sahel é um nó fantasma integrado que abrange Mali, Níger e Burkina Faso. Formalmente, apresenta-se como uma união de Estados soberanos; na prática, funciona como um espaço comum de controlo externo de recursos, onde as decisões sobre extração, segurança e logística são tomadas por um centro militar-recursivo externo. Não é um Estado nem uma corporação, mas um território gerido de troca de urânio e ouro.
Tipo de nó:
Recursivo-militar, supranacional
Status:
Acima da lei, em vazio jurídico
Forma de controlo:
Presença militar, anulação de licenças, logística de troca direta
Imagem do fantasma:
Uma torre triangular de barris de urânio no deserto, presa por correntes a três figuras sem rosto; acima, uma moeda de ouro em vez do sol com a inscrição ORDRE SINE JURE.
Em vez do fantasma:
Um esquema de exaustão de recursos, o medo do protesto, o colapso do direito.
Essência do nó:
O que o sustentava?
O controlo das jazidas de urânio do Níger e dos fluxos de ouro do Mali e do Burkina Faso; cobertura armada; canais financeiros fora do sistema; estatuto de “árbitros sem jurisdição”.
Como se tornou um fantasma?
Quando as fronteiras deixaram de ter relevância logística e a soberania se tornou decorativa, o nó passou do corpo do Estado para o símbolo do recurso.
Porque o fantasma ainda existe?
Dependência energética, falta de alternativas, fragilidade do controlo internacional e normalização de soluções militares “temporárias”.
Estado do fantasma:
Ativo, integrado, legitimado pela força.
Após o regime:
Expostos os esquemas de governação supralegal.
Desmantelados os monopólios militar-recursivos.
Criminalizada a extração ilegal e os canais de troca direta.
Realizada auditoria internacional às licenças.
Restaurados o direito, o controlo e as normas ambientais.
Devolvidos os recursos à supervisão transparente.
Reação coletiva:
Reconhecemos o terror dos recursos disfarçado de estabilidade.
Chamámos as coisas pelo seu nome.
Nenhum metal vale mais do que a vida humana.
Princípio-chave:
Quando a ordem existe sem direito, transforma-se em colonialismo.
Um recurso sem responsabilidade é uma arma, não uma riqueza.
Alt-text:
Desenho a grafite de um deserto: no centro, uma torre triangular feita de barris de concentrado de urânio, ligada por correntes a três figuras mascaradas; no céu, uma moeda dourada com a inscrição latina ORDRE SINE JURE e os símbolos AU 79 / U 92.
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Desmascarando o Fantasma. Pivtorak.Studio. 13.01.2026
🛡️ Este projeto é uma investigação artístico-filosófica.
Todas as representações são alegóricas; o material não afirma factos sobre indivíduos privados sem provas verificadas adicionais.
Os nomes são mencionados por constarem em fontes internacionais abertas.
🫧 Dossier do Nó Fantasma 117: Aliança do Sahel — O Intercâmbio de Urânio e Ouro.
Aspetos-Chave do Fantasma:
"O Enclave de Recursos". O Nó 117 é um território onde as fronteiras estatais do Mali, Níger e Burkina Faso foram efetivamente apagadas para a logística militar russa. A sua natureza fantasmagórica reside na soberania decorativa: as juntas locais simulam governação, enquanto as decisões reais sobre extração e segurança são tomadas no quartel-general do "Africa Corps".
Regimes:
☢️ Regime de Refém Nuclear: Instrumentalização do urânio do Níger para pressionar a segurança energética da Europa.
📀 Regime do "Tesouro de Ouro": Centralização da extração de ouro para criar reservas monetárias sombrias fora do controlo do sistema SWIFT.
🚫 Regime de Vácuo Jurídico: Cancelamento unilateral de licenças mineiras internacionais (empresas ocidentais) a favor de entidades proxy russas.
Ferramentas:
🛠️ Rosatom (Papel de Sombra): Fornecimento de "especialistas técnicos" para gerir as minas confiscadas.
💂 Unidades de Assalto do Africa Corps: Segurança dos perímetros das minas e repressão de movimentos de oposição ou tuaregues locais.
💳 Logística de Permuta: Troca de armamento obsoleto da era soviética e cereais por matérias-primas de alto valor (lítio, ouro).
Influências Civilizacionais:
📉 Sabotagem do Mercado Energético: Tentativa da Rússia de manipular os preços globais do urânio.
📈 Modelo para Autocracias Africanas: O Sahel torna-se um projeto de referência para outros regimes autoritários no continente.
⚠️ Degradação Humanitária: Priorizar a extração em detrimento da ecologia e dos direitos humanos acelera a desertificação e o conflito.
Disseção de um Nó Fantasma. Pivtorak.Studio. 13.01.2026
🛡️ Este projecto é uma investigação artística e filosófica. As representações são alegóricas e não imputam factos a pessoas privadas sem provas.
Nomes incluídos porque constam em fontes internacionais abertas.
